De Wonderland a Underland

Down the rabbit Hole

Ansiedade e expectativa por quase um ano – desde os rumores até o trailer – me levaram pra a estréia de “Alice no País das Maravilhas”. Eu pensava se a minha expectativa não era demais, mas Burton superou. Há quem não goste, sim, talvez o apego à Lewis Carroll impeça alguns de enxergar a fábula moderna que Burton construiu.

Alice em “Underland” já não é a ode à inocência da descoberta. Agora Alice é a coragem da escolha. Essa mesma “escolha” com 50% de chance de dar certo (ou errado), nos transporta para o papel de Alice (independente da tecnologia de 3D). Para quem atravessa o mundo fantástico aparente, a essência do tom da protagonista é realista. Pode parecer absurdo a realidade em uma obra tão onírica, mas é a manifestação do real em metáforas – novas e precisas, assim como, velhas e frescas. Uma Alice, ainda assustada, mas agora questionadora, retorna ao que parecia ser apenas um pesadelo. Mia Wasikowska surpreende, Johnny Deep cultiva sua excelência, e Helena  Bonham Carter arremata a orquestra lisérgica que desfila sob a regência de Tim Burton.

Roberta Amaral Damasceno

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Comments
2 Responses to “De Wonderland a Underland”
  1. Thayná disse:

    Amiga liiiinda! Perfeito.

  2. felbatista disse:

    Primeira pessoa que eu vejo falando bem desse filme. Chances de eu vê-lo são baixas, mas ainda existem. Eu sempre acabo dando uma chance pra esses filmes…
    Em tempo: gostei do visual “clean” do blog.

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